Entre confetes, fantasias e blocos lotados, o carnaval também esconde um enredo menos festivo: o da insegurança. Um levantamento exclusivo da plataforma TIM Ads revela que 48% dos respondentes já tiveram o celular furtado durante a folia. E mais: 19% desse grupo ainda afirmam ter vivido a situação mais de uma vez. Os números reforçam que, nessa época do ano, o smartphone segue entre os itens mais cobiçados por criminosos.
O carnaval também aumenta as chances de perda de aparelhos e de danos causados por quedas e pequenos impactos – situações comuns em ambientes cheios, como blocos de rua, festas e shows. Somado aos registros de furtos e roubos, o cenário exige atenção redobrada. Para minimizar esses riscos, medidas simples de prevenção, como o uso de doleiras e bolsos internos, ajudam bastante, assim como a contratação de seguros para dispositivos móveis, garantindo mais tranquilidade para curtir a folia.
Perfil do consumidor: o que move o folião?
O levantamento TIM Ads revela ainda que o Carnaval de 2026 deve ser marcado pela diversidade de comportamentos. Enquanto 24% dos entrevistados planejam descansar em casa e 17% preferem acompanhar a festa apenas pelas telas, a soma dos que devem ir às praias (20%), viajar pelo Brasil ou exterior (22%), frequentar bares, shows e festas (11%) ou pular bloquinhos de rua (15%) supera o grupo dos que não pretendem participar da folia – um movimento que impulsiona diferentes setores da economia.
No campo do consumo, os itens de uso imediato dominam as intenções de compra ligadas à data: cervejas e bebidas alcoólicas e fantasias e acessórios empatam na liderança com 23% cada, seguidas por produtos de beleza e cosméticos (10%). A pesquisa contou com participação majoritariamente jovem: 66% dos respondentes têm até 35 anos.
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