💊 Já se perguntou por que o remédio genérico funciona igual ao original? Não é chute, é ciência. Antes de chegar à farmácia, o genérico passa por testes de bioequivalência, feitos com voluntários saudáveis que ficam algumas horas — ou até dias — em clínicas, seguindo uma rotina bem controlada.
Nesses testes, a pessoa toma o remédio de referência e o genérico em momentos diferentes, enquanto os pesquisadores coletam sangue para ver se a quantidade e a velocidade com que o medicamento chega ao organismo são as mesmas. Se o comportamento no corpo for igual, o efeito também é.
👩⚕️ E é tudo bem monitorado. Os estudos são autorizados pela Anvisa, acompanhados por médicos e têm regras rígidas. Não precisa estar doente para participar — pelo contrário, os voluntários precisam estar saudáveis. Os riscos são baixos e os possíveis efeitos colaterais são os mesmos do remédio original.
💰 Tem também um incentivo financeiro. Quem participa recebe uma compensação pelo tempo e pelo esforço, que pode passar de mil reais, dependendo do estudo. Muita gente vê nisso uma renda extra e ainda contribui para que os genéricos cheguem ao mercado com segurança.
🧪 No fim das contas, todo esse processo garante que o genérico tenha a mesma eficácia, segurança e qualidade do medicamento de marca. Se às vezes parece que um “funciona mais rápido”, é só o jeito de cada organismo reagir — não falta de efeito.
Imagem: Divulgação
Texto: adaptado do g1.