Que tal matar a saudade ou assistir pela primeira vez na telona a grandes produções da ficção científica que atravessaram gerações? Já começou, na Cinemateca de Curitiba, a mostra Super Clássicos da Ficção Científica. As sessões de quinta a domingo vão até 11 de outubro, sempre às 19h.
A mostra se soma a outras programações da sala de cinema da Prefeitura de Curitiba e apresenta uma viagem por quatro décadas de filmes consagrados no gênero cientifico. Nesta semana, as produções selecionadas foram realizadas na década de 1960, como Viagem Fantástica, O Planeta dos Macacos, e fechando a mostra, dois sucessos dos anos 1980: Blade Runner – O Caçador de Andróides e A Mosca.
Filmes da mostra
Viagem Fantástica (1966)
Quinta (8/10) – 19h
Um importante pesquisador descobre uma fórmula que pode transformar qualquer coisa em miniatura. No entanto, pouco tempo depois, ele sofre um atentado e acaba entrando em coma. Para salvá-lo, um grupo de cientistas americanos usa a fórmula em um submarino que encolhe o suficiente para inspecionar o corpo do colega por dentro, via corrente sanguínea.
O Planeta dos Macacos (1968)
Sexta (9/10) – 19h
George Taylor, um astronauta americano, viaja por séculos em estado de hibernação. Ao acordar, ele e seus companheiros se vêem em um planeta dominado por macacos, no qual os humanos são tratados como escravos.
Uma das obras mais marcantes do cinema, o sucesso de O Planeta dos Macacos deu origem a quatro sequências nos anos 1970, uma série de TV e, décadas mais tarde, a trilogia de reboot iniciada em 2011.
Blade Runner – O Caçador de Andróides (1982)
Sábado (11/10) – 19h
Em um futuro distópico, grandes corporações desenvolvem os replicantes, seres criados para explorar outros planetas. Depois que um grupo se rebela em uma colônia fora da Terra, eles passam a ser perseguidos pelos chamados Blade Runners, policiais especializados em removê-los. Estrelada por Harrison Ford, a obra influenciou a criação da estética cyberpunk retratando um futuro decadente, superpovoado e com poluição.
A Mosca (1986)
Domingo (11/10) – 19h
O cientista Seth Brundle desenvolve uma máquina de teletransporte de matéria e, sem querer, permite que uma mosca entre na câmara com ele. Quando se dá a reintegração, o DNA de Seth funde com o do inseto, dando início a uma perigosa mutação genética. Apesar de ser o remake de um filme de 1958, A Mosca da Cabeça Branca, foi a versão de Cronenberg que se tornou um clássico por sua metáfora para o envelhecimento ou doenças degenerativas, além do terror focado em transformações grotescas do corpo humano.
Local: Cinemateca de Curitiba (Rua Pres. Carlos Cavalcanti, 1.174 – São Francisco)
Entrada gratuita
Imagem: Divulgação
Texto: Prefeitura de Curitiba